domingo, 22 de maio de 2011

PORTFÓLIO III

Resumo Portfólio III

Começamos a aula falando sobre léxico, que é um conjunto de palavras que sempre se refere a um determinado tema.
Pode-se dizer que existe um léxico na sala de aula, composto de cadeiras, mesa, alunos, professores e etc. E qual seria o léxico do curso de sistema de informação? Foram dados alguns exemplos como, computador, laptop, simulador, memória e etc.
 Léxico também é um conjunto de vocábulos que compõe uma língua. Existe uma relação entre a nossa carreira profissional e o nosso idioma, o jeito de falar e de escrever, quanto maior o conhecimento sobre a nossa língua, maior será a capacidade de compreendermos idéias e falarmos em público. Se substima-se que um bom executivo deva ter 50.000 (cinqüenta mil) palavras ou mais do seu idioma.
Foi dada algumas palavras para que interpretase-mos seus significados e assim vimos a importância de se conhecer nossa língua.

Bom na aula seguinte acontecia o evento da ATUAL TECH, portanto participei de uma oficina que acontecia no mesmo horário da aula, sendo assim, foi pedido que eu fizesse um relatório do curso que freqüentei. E aqui está ele.

RELATÓRIO ATUAL TECH – Curso de GERPRO e SINFONI

Nos dias 15 e 16 foi realizado o curso de GERPRO (Gestão de Projetos) e no dia 16 o curso de SIFONI.
O palestrante de GERPRO se chamava montanha, veio de Maringá PR, e no de SINFONI era meu amigo Alexandre Possebom.
O Montanha nos falou de seu curriculum e das funcionalidades do software.
O GERPRO é um software livre e foi desenvolvido para ajudar na gestão de Projetos. Foram dados exemplos de seu uso na USP, PETROBRÁS, Universidades Estrangeiras e até mesmo na elaboração de aulas pelos professores.
O Sistema permite ao administrador (Gerente de Projetos) cadastrar os requisitos do projeto, seus colaboradores, agendar reuniões e estipular metas aos participantes. Após isso o software se encarrega do resto, avisando as datas de entregas de algum trabalho, manda emails e permite saber como e qual a situação do andamento do projeto.
Hoje em dia o mercado está atrás de gerente de projetos e essa ferramenta serve de uma grande ajuda ao profissional que se interessar pela área.
Fizemos um teste para colocar isso em prática. Alguns alunos estavam se formando e iriam fazer uma feijoada. Então nosso projeto se chamaria FORMATURA – ETAPA FEIJOADA, definimos o responsável que por sua vez cadastrava os participantes e suas funções. Porem a estrutura do laboratório não permitiu que realizar-se mos as trocas de mensagens, o que fez a feijoada se atrasar e deixou o povo com fome (virtualmente claro J ).
Uma observação cada dia de um gerente custa U$ 250,00.
Após o curso de GERPRO começou o de sinfoni, mas o que vem a ser SINFONI? Não! Não! nada haver com orquestra.
SINFONI  é uma solução de segurança e desempenho para linguagem de programação PHP.
A parte boa desse curso foi eu ter ganho um livro do meu amigo, além disso mais uma  vez a estrutura da instituição não permitiu o andamento ideal do curso.
É interessante em um evento de software os alunos virem com software proprietários em seus notbooks, o que atrasou ainda mais o evento.
Depois de 2h e 30 min de atraso finalmente começou. Foi apresentado como se faz a configuração do SINFONI PHP  no NETBEANS (software usado para desenvolvimento), foi mostrado alguns métodos para se construir sites seguros  e de forma mais rápida.
O mercado está cada vez mais exigente é faz-se necessário alem da graduação as pós-graduações e cursos de capacitação.

Na aula seguinte foi discutido as variantes da língua portuguesa suas diferenças regionais, culturais e porque devemos respeitá-las. Cada aluno escreveu um texto com as suas impressões sobre o tema, e aqui lá vai o meu.

Pela influência da colonização o Brasil apresenta variantes lingüísticas marcantes, a influência européia, africana e indígena apresenta um quadro marcante. O oxente do nordestino, o pai d’egua do paraense, o sangue bom  do carioca, o tchê do gaúcho e o trem baum do mineiro são exemplos dessas variantes regionais.
 As diferenças de classes também se apresenta um quadro lingüístico abrangente. Podemos ter como exemplo um pescador simples e um executivo da bolsa de valores, ou um jornalista que trabalha utilizando a os conhecimentos do seu idioma.

sábado, 2 de abril de 2011

Portfólio II

FACULDADE ESTÁCIO ATUAL
BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÕES
RICARDO DANIELL
PORTUGUÊS INSTRUMENTAL II
FACILITADORA: ELIANA

PORTFÓLIO

As aulas começaram falando de comunicação e linguagem, e  as diferentes formas de se comunicar, como a verbal, gestual, escrita e etc.
Foi trabalhado um texto  que falava de movimento corporal e caráter. Em que o autor dizia que é possível conhecer a personalidade de alguém com base em sua desenvoltura e o seu comportamento em determinada situação. O texto
No texto haviam 4 questões que pediam que refletissimos sobre o texto e fizéssemos um resumo.
Primeira questão Resumo do texto.
O autor compara os gestos ao caráter de uma pessoa, visualizando nosso comportamento.
 Ele nos cita o exemplo o caminhar de uma pessoa que se for firme demonstra confiança e se for cuidadoso demonstrar insegurança, isso  representa o cômodo  movimento corporal que não  se baseia o no  ato mas na forma de como isso é feito.  
É importante lembrar dede que forma a comunicação acontece e seus elementos (emissor, canal, receptor, mensagem e código).
No nosso caso o emissor é o autor do texto Wora Davis, o canal é o texto,  o receptor é o leitor, a mensagem é sobre o comportamento do indivíduo e seu caráter e o código é a língua portuguesa.
A Segunda questão pedi que déssemos exemplos de comportamentos gestuais e seus significados.
Quando a pessoa roer as unhas demonstra nervosismo;
Ao colocar a mão na cabeça é sinal de preocupação;
Ficar olhando para o relógio várias vezes aparenta ansiedade.

A Terceira questão perguntava: Por que o Braile é considerada humana e lingüística?
Apesar de eu ser DV (Deficiente Visual), não utilizo esse recurso para me comunicar. Acho eu porque sou um DV high tech, e utilizo outras tecnologias.
O braile possibilita a comunicação por meio de combinação de pontos para deficientes visuais que não poderiam e não consegueriam ter acesso a um texto, sendo assim a escrita Braile permite ter acesso a informação e poder se expressar.      

A última questão pedi para acharmos uma solução para um problema imaginário, que era: O que aconteceria se um dia não houvesse mais comunicação em uma grande cidade, coisas do como ausência de energia elétrica que acarretaria em ausência de comunicação por radio, TV, internet, sinais de satélite, telefone  e qualquer outro dispositivo que precise de energia.
Uma coisa é certa, isso aproximaria as pessoas apesar de causar um caos total.
O homem se adapta  as diversas situações e nesse caso temos exemplos de comunidades distantes dos grandes centros como as indígenas, ribeirinhos e etc. Então a solução é a mesma de sempre, fazer sua parte e ensinar os outros pelo exemplo, as associações de classes podem ajudar como meio de difundir essa idéia aguardando até as autoridades e  responsáveis solucionem o problema um exemplo é  o que está acontecendo no Japáo após o terremoto.
Foi pedido que trouxemos algo sobre as meninas lobas da Índia e a pesquisa está aqui:

As Meninas Lobas da Índia

Na Índia, onde os casos de meninos-lobo foram relativamente numerosos, descobriram-se em 1920, duas crianças, Amala e Kamala, vivendo no meio de uma família de lobos. A primeira tinha um ano e meio e veio a morrer um ano mais tarde. Kamala, de oito anos de idade, viveu até 1929. Não tinham nada de humano e seu comportamento era exatamente semelhante àquele de seus irmãos lobos.
Elas caminhavam de quatro, apoiando-se sobre os joelhos e cotovelos para os pequenos trajetos e sobre as mãos e os pés para os trajetos longos e rápidos.
Eram incapazes de permanecer em pé. Só se alimentavam de carne crua ou podre. Comiam e bebiam como os animais, lançando a cabeça para a frente e lambendo os líquidos. Na instituição onde foram recolhidas, passavam o dia acabrunhadas e prostradas numa sombra. Eram ativa e ruidosas durante a noite, procurando fugir e uivando como lobos. Nunca choravam ou riam.
Kamala viveu oito anos na instituição que a acolheu, humanizando-se lentamente. Necessitou de seis anos para aprender a andar e, pouco antes de morrer, tinha um vocabulário de apenas cinqüenta palavras. Atitudes afetivas foram aparecendo aos poucos. Chorou pela primeira vez por ocasião da morte de Amala e se apegou lentamente às pessoas que cuidaram dela bem como às outra com as quais conviveu. Sua inteligência permitiu-lhe comunicar-se por gestos, inicialmente, e depois por palavras de um vocabulário rudimentar, aprendendo a executar ordens simples”.
O relato acima descreve um fato verídico e permite entender em que medida as características humanas dependem do convívio social. Amala e Kamala, as meninas-loba da Índia, por terem sido privadas do contato com outras pessoas, não conseguiram se humanizar: não aprenderam a se comunicar através da fala, não foram ensinadas a usar determinados utensílios, não desenvolveram processos de pensamento lógico.


O Menino Lobo
Também chamado de “O Menino Selvagem”, é um filme, que depois foi feito em desenho animado.
Conta a história de um garoto que se criou na selva, sem contato com os membros de sua espécie.
Capturado foi levado para a cidade e usado como atração e avaliação de cientistas, onde foi considerado como doença incurável. Mas um dos pesquisadores se interessou pelo garoto e pediu a guarda a fim de cuidá-lo e ensiná-lo o convívio com a sociedade.
Ao longo do tempo foi aprendo a comer com talheres, usar roupas, utensílios e a associar nomes aos objetos e fazer trabalhos manuais e prendas domésticas.
 É possível perceber que o ser o humano se adapta ao meio em que vive quando ele é estimulado e que precisa da comunicação ou interação com os membros da sua mesma espécie

“A única permanência é amudança” Hieraclico (500 a.c).

Com essa frase começamos nossa segunda aula e interpretei-la da seguinte forma.
“O Homem é conhecido por se adaptar as pessoas e ao ambiente em que vive, adquirindo experiências se transformando ou  moldando sua personalidade, depois de um tempo para atingir metas e objetivos precisará ter jogo de cintura (se adequar a mudanças) e persistência para superar os obstáculos.”
Foi explicado que para haver essa transformação  deve haver uma programação neurolinguística..
Programação são as experiências pessoais que você tem.
Neuro é o sistema neurológico  que de alguma forma está ligado aos sentidos, fisiologia e mente.
  Lingüística é a linguagem de QUEM É e  o que PENSA.
Depois disso tudo é bom saber que existem 13 prsuposições para mudanças comportamentais, durma com um barulho desses, aí vão elas:
1 – As pessoas respodem as suas experiências e não a realidade em si.
Querem explicação heim? Bom... cada um vai falar daquilo que viu e as opniões são diferentes, conforme a sua experiência.

2 – ter uma escolha ou opção é melhor do que não ter nada.

3 – as pessoas fazem melhor escolha que podem no momento.

4 – as pessoas funcionam perfeitamente. (apesar de eu achar que algumas merecerem de um parafuso a mais).

5 – todas as ações que você realiza tem um propósito.        
6 – todo comportamento possui uma intenção positiva.
7 – a comunicação é a mensagem que se passa mas não é a resposta.
8 – nós já vimos todos os recursos de que necessitamos.
9 – a mente inconsciente tem que sempre contra balancear com a consciente.
10 – tudo acontece quando tem de acontecer.
11 – se tem uma decisão séria a fazer. Faça!
12 – só  existe aprendizado quando existe mudança.
13 – a mente e o corpo formam um sistema.    

Esses pressupostos refletem como o homem pensa o que reflete no modo de como ele se comunica.
Então para isso ficar mais claro fizemos uma pesquisa básica sobre o enigma de Kaspar Hause.


O ENIGMA DE KASPAR HAUSE
Filme alemão (1974)  baseado em uma história real.Um personagem humano (Kaspar Hauser) que não correspondia, na época em que viveu (séc. XIX), aos padrões de comportamento tidos ou esperados como "normais" dentro da cultura da época.O menino Kaspar Hauser apareceu pela primeira vez numa praça de Nuremberg, em maio de 1828. Era um estranho: ninguém sabia quem era ou de onde vinha. Trazia uma carta de apresentação anônima para o capitão da cavalaria local, contando que fora criado sem nenhum contato humano, em um porão, desde o nascimento até aquela idade (provavelmente 15 ou 16 anos) e pedindo que fizessem dele um cavaleiro como ficou-se sabendo mais tarde (quando K. Hauser aprendeu a falar) que uma pessoa, que ele não conheceu, tratava dele enquanto esteve isolado, deixando-lhe alimentos enquanto ele dormia.Acolhido na casa de um professor que se ocupou de iniciar sua socialização, é assassinado em 1833 (o filme de Werner Herzog sugere que K. Hauser foi assassinado pelo próprio pai).
Quando apareceu em Nuremberg, o garoto não entendia nada do que lhe diziam; sabia falar apenas uma frase: "quero ser cavaleiro" e não sabia andar direito.
Parecia um menino dentro de um corpo adolescente. Seu comportamento estranho para os padrões sócio-culturais estabelecidos, causava um misto de espanto e interesse. Era visto como um "garoto selvagem," apesar de demonstrar ser dócil, simples e gentil. Possuía algumas habilidades peculiares interessantes,descritas tanto no filme de Herzog, quanto na obra de Masson: conseguia enxergar muito longe, no escuro, e sabia tratar os animais, principalmente os pássaros.
Ao mesmo tempo tinha medo de galinhas e fugia delas aterrorizado. Numa das cenas, atraído pela chama de uma vela, colocava seu dedo no fogo e, ao sentir dor, aprende que a chama queima.
Graças à sua curiosidade infantil e memória notável, aprendeu várias coisas muito depressa.
Kaspar Hauser tornou-se uma espécie de atração por sua história de vida diferente. Todas as pessoas da cidade queriam vê-lo. O filme de Herzog mostra, em uma das cenas, K. Hauser junto com outros indivíduos, tidos como anormais (um anão, um índio e uma criança autista), em exposição num circo.
Um ano depois de ter chegado a Nuremberg, foi ferido e recebeu um grande corte na fronte. Em dezembro de 1833, recebeu outro ferimento que lhe seria fatal.
Herzog sugere, em seu filme, que os dois ferimentos sofridos por K. Hauser foram tentativas de assassiná-lo. Masson diz, em seu livro, que em dezembro de 1833, K. Hauser foi atraído para uma emboscada, com a promessa de receber informações sobre seu nascimento. No local, em vez disso, recebeu uma facada no peito, morrendo três dias depois. 
Criado no isolamento e privado de educação, condicionamento e repressão, é este processo de integração que Kaspar Hauser sofrerá em Nuremberg, e seu  instrumento principal será a linguagem, pela qual a sociedade tentará fazê-lo conceber aquilo que sua natureza não concebe: a representação.
O século XIX, época em que Kaspar Hauser viveu, foi um período marcado pela perspectiva positivista, evolucionista e desenvolvimentista. A visão de que havia um modelo de civilização e de desenvolvimento a ser alcançado, tanto pelos homens, como pelas sociedades, estava em seu auge. Todos aqueles que não correspondiam ao protótipo do homem "civilizado" eram classificados como primitivos, atrasados e deveriam ser "ajudados" a alcançar graus mais avançados na escala de desenvolvimento e evolução. É dentro dessa visão de mundo que Kaspar Hauser vai ser socializado.
Ao chegar em Nuremberg Kaspar Hauser sabe apenas repetir, com dificuldade, a mesma frase ("quero ser cavaleiro como meu pai"). A sociedade o vê com estranheza.
Ele próprio se vê, de repente, num mundo estranho. O filme de Werner Herzog mostra Kaspar Hauser na praça de Nuremberg com um olhar assustado. Na verdade tudo lhe é estranho: as dimensões, os movimentos, a perspectiva, o pensamento, a fala.
Kaspar Hauser parece não entender as explicações que lhe dão. As pessoas impõem todos os tipos de signos a ele, na certeza de que compreenderá o insólito ambiente que o cerca. Como K. Hauser poderia compreender o significado das palavras e que elas representam coisas, se não passou por um processo de aprendizado e socialização necessários para que compreendesse a representatividade dos signos? Blikstein (1983) diz que a educação não passa de uma construção semiológica que nos dá a ilusão da realidade; ou seja, a educação vai estimulando na criança um processo de abstração. É justamente esse processo que K. Hauser não vivenciou.O processo de conhecimento da realidade é regulado por uma contínua interação de práticas culturais, percepção e linguagem.necessária para gestar o referencial cultural de interpretação da realidade.
Nesse sentido, Blikstein (1983) afirma que o que concebemos como realidade é apenas uma ilusão, pois a práxis opera em nosso sistema perceptual, ensinando nossa "ver" o mundo com os "óculos sociais" e gerando conteúdos visuais, tácteis, olfativos e gustativos que aceitamos como naturais. Como Kaspar Hauser nãopassou por esta práxis, ou apenas começou a vivenciá-la quando adolescente, sua forma de comportamento abala os fundamentos da ilusão referencial, pois não "enxerga" a realidade da forma como os outros esperam. Essas expectativas das pessoas em relação a K. Hauser fazem com que sua identidade, já bastante comprometida devido à ausência de um passado familiar, torne-se ainda mais deteriorada.
  
A Aula  iniciou com a  apresentação de 02 (dois) vídeos que mostravam uma característica em comum que era planejamento.
Todo trabalho que for ser feito deve-se primeiro planejar.
Na aula vamos aprender sobre resumos e seus tipos. O resumo é um artifício que a pessoa usa para facilitar a leitura, pois ela não poderia ler todo conteúdo de uma obra.
O resumo deve se limitar ao conteúdo do trabalho e sem qualquer juizo de valor.
 E a resenha é um tipo de resumo descritivo em que se pode fazer uma avaliação sobre a obra, mostrando os pontos fortes e fracos sobre ela.
No  resumo você vai dizer o tema que foi lido, quais os objetivos do autor, como ele fez o livro, qual ordem ele seguiu para estabelecer os conceitos que ele leu, quais as conclusões que ele chegou e a quem está direcionado aquele material.
A resenha é uma síntese, descritiva e critica de uma obra. Na ótica de circulação dos textos ela é uma forma de apresentar a sociedade uma nova produção acadêmica.
Perguntas para se fazer uma resenha:
De que trata o  livro? Qual é o assunto? De que modo o assunto é abordado? Como é a forma que o autor achou para conversar com o leitor? Quais são os objetivos do autor? A quem se dirige?
Uma das coisas mais importantes na construção de uma resenha é a ética profissional do resenhista.  

RESUMO DA AULA

Nossa aula começa com uma amostra de 2 (dois) vídeos, que embasavam planejamento, persistência, objetivo, meta e etc. A vida é uma busca constante de soluções para vários problemas.
Uma característica da ciência é essa, sempre procurando algo, o que chamamos de pesquisa científica.
Que utilizando seus método dos as vezes acaba criando novas verdades. Foi dado alguns exemplos como a dieta de ovos, que antes era proibido e agora é liberado.
Na aula vimos também sobre resumo e seus tipos como por exemplo a resenha, que é uma análise critica ou um resumo onde opinamos sobre determinada obra ou texto.
Essa aula foi importante. Pois ajudará na construção do nosso TGI semestral.
Para se ter uma boa visão sobre o tema se faz necessário consultar várias fontes (livros, artigos, revistas e etc). Só assim poderemos fazer um bom projeto, análise ou resenhas.
A resenha se parece com o resumo critico porem de uma forma mais abrangente, se atribuindo até juízo de valor, isso ajuda a não se perder tempo lendo todo um livro que no final nem seria tão importante.
A  Resenha possui grande importância para o meio científico, ela vai contribuir para o desenvolvimento  do nosso conhecimento.  Uma vez que vai compilar as informações bibliográficas emitindo um juízo de valor.


Nesta aula foi passado um filme de “sonhos de Akira”, e depois aprendemos a produzir relatórios e claro que tivemos que criar um relatório sobre o filme, aí vai ele.


RELATÓRIO – SONHOS DE AKIRA

“Sonhos” são 8 episódios em que sempre começam com os dizeres em japonês: ”konna yume wo mita” (vi um sonho assim), que mostra um Kurosawa (DIRETOR: AKIRA KUROASAWA), questionando as grandes preocupações da psique humana que nos atormentam: a morte, a culpa, a vida humana posta em perigo por usinas atômicas, a preservação da natureza, o papel das artes na nossa vida, os ditames impostos pela sociedade de consumo. São as preocupações de todo ser humano, mas apenas artistas de sensibilidade como Kurosawa conseguem deixar sua mensagem em forma de arte. O cineasta escreve ou como artista plástico, pinta poesia na tela: envolvente pelas imagens, pela linguagem e personagens metafóricas. Como na poesia, ao final dos versos, faz do bem estar do homem em sociedade a rima comum.
A natureza e a rígida hierarquia da sociedade japonesa ocupam lugar de destaque nas mensagens de Kurosawa: um menino, desobedecendo ordens maternas, assiste ao casamento da raposa em dia de sol e chuva. Ao regressar, a mãe dá-lhe um punhal deixado pela raposa, dizendo que ele sabia a solução para o caso, e o menino sai em direção ao arco-íris, possivelmente procurar a raposa. A imagem do punhal e a idéia do seppuku (suicídio pelo desventramento) diante da desobediência é por demais aterradora ao menino que busca então a concórdia e o perdão da raposa ou uma solução no irreal mundo da fantasia, poupando sua vida, no pé do arco-íris. Mas no último episódio, vemos um cineasta crítico, porém sereno, deixando grandes mensagens à sociedade de consumo. Critica as modernidades da nossa sociedade que nos faz lembrar o humor refinado e sábio de um Sócrates que abordado por vendedores quando passeava pelas ruas do comércio de Atenas, costumava responder: “não, obrigado, não desejo nada. Estou apenas vendo quanta coisa de que não preciso para ser feliz”. Neste episódio a vila inteira participa alegremente do funeral de uma anciã de 99 anos, dançando e cantando, em homenagem aos bons dias que a mulher viveu entre eles.
 No Povoado de Moinhos, com uma mensagem aos seres humanos capitalistas. Um velho sábio fala ao moço da cidade grande sobre as coisas que considera as mais importantes na vida de uma pessoa: a água e o ar puro.
De que adianta tanto conforto proporcionado pelas invenções da modernidade, se não há mais paz e se as pessoas esqueceram que preservar a natureza é fundamental? O filme termina com uma lição: um cortejo festivo para celebrar a morte de uma senhora de 99 anos - afina!, nada mais justo do que se despedir de uma pessoa que viveu muito bem e de forma completa com dança e música.





domingo, 6 de fevereiro de 2011


FACULDADE ATUAL
ACADÊMICO: RICARDO DANIELL
BACHAREL EM SISTEMA DE IMFORMAÇÃO
PORTUGUÊS INSTRUMENTAL II
FACILITADORA: ELIANA

As Meninas Lobas da Índia

Na Índia, onde os casos de meninos-lobo foram relativamente numerosos, descobriram-se em 1920, duas crianças, Amala e Kamala, vivendo no meio de uma família de lobos. A primeira tinha um ano e meio e veio a morrer um ano mais tarde. Kamala, de oito anos de idade, viveu até 1929. Não tinham nada de humano e seu comportamento era exatamente semelhante àquele de seus irmãos lobos.
Elas caminhavam de quatro, apoiando-se sobre os joelhos e cotovelos para os pequenos trajetos e sobre as mãos e os pés para os trajetos longos e rápidos.
Eram incapazes de permanecer em pé. Só se alimentavam de carne crua ou podre. Comiam e bebiam como os animais, lançando a cabeça para a frente e lambendo os líquidos. Na instituição onde foram recolhidas, passavam o dia acabrunhadas e prostradas numa sombra. Eram ativa e ruidosas durante a noite, procurando fugir e uivando como lobos. Nunca choravam ou riam.
Kamala viveu oito anos na instituição que a acolheu, humanizando-se lentamente. Necessitou de seis anos para aprender a andar e, pouco antes de morrer, tinha um vocabulário de apenas cinqüenta palavras. Atitudes afetivas foram aparecendo aos poucos. Chorou pela primeira vez por ocasião da morte de Amala e se apegou lentamente às pessoas que cuidaram dela bem como às outra com as quais conviveu. Sua inteligência permitiu-lhe comunicar-se por gestos, inicialmente, e depois por palavras de um vocabulário rudimentar, aprendendo a executar ordens simples”.
O relato acima descreve um fato verídico e permite entender em que medida as características humanas dependem do convívio social. Amala e Kamala, as meninas-loba da Índia, por terem sido privadas do contato com outras pessoas, não conseguiram se humanizar: não aprenderam a se comunicar através da fala, não foram ensinadas a usar determinados utensílios, não desenvolveram processos de pensamento lógico...”

O Menino Lobo

Também chamado de “ O Menino Selvagem”, é um filme, que depois foi feito em desenho animado.
Conta a história de um garoto que se criou na selva, sem contato com os membros de sua espécie.
Capturado foi levado para a cidade e usado como atração e avaliação de cientistas, onde foi considerado como doença incurável. Mas um dos pesquisadores se interessou pelo garoto e pediu a guarda a fim de cuidá-lo e ensiná-lo o convívio com a sociedade.
Ao longo do tempo foi aprendo a comer com talheres, usar roupas, utensílios e a associar nomes aos objetos e fazer trabalhos manuais e prendas domésticas.
 É possível perceber que o ser o humano se adapta ao meio em que vive quando ele é estimulado e que precisa da comunicação ou interação com os membros da sua mesma espécie

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Portfólio


A Nossa primeira aula iteve inicio com uma/pensamento de um autor francês, o mesmo que escreveu O PEQUENO PRÍNCIPE.

“Ser Homem é ser responsável, é sentir que colocando sua pedra colabora na construção do mundo”.

Foi pedido que refletissimos sobre esta frase. Cada aluno deu sua opinião, alguns comentários foram de que uma ação cometida hoje pode refletir amanhã ou em outro local.

Um dos exemplos dados foi que “O Bater das asas de uma borboleta na China, pode se tornar um furacão na América”.

Comentei que “A Pedra serveria como um símbolo para gente procurar produzir coisas estáveis em um mundo instável, coisas concretas que sirvam para algo útil a população ao homem”.

Após os comentários, a professora informou que não faria uma avaliação comum mas sim um portfólio, explicou resumidamente o que era e passou nossa primeira tarefa, pesquisar sobre O Que é um Portfolio.
Depois foi realizada uma dinâmica de 30 a 40 min, chamava-se   Rock Rock Tchuba ( não sei como se escreve mas acho que é assim).
Foran divididos grupos de 06 (seis) pessoas, cada um gupo teria de criar um ritmo  e ao mesmo tempo um movimento corporal e um grito de guerra
A Inspiração sugerida era a de expressar seus desejos frente ao curso que estávamos iniciando, como queríamos que fosse esse curso, quanto aos colegas e quanto aos grupos.
O Objetivo dessa dinÂmiCA ERA DE a Relacionamento, para que os colegas se conhecessem melhor.

Na aula seguinte apresentamos o trabalho sobre O QUE É PORTFOLIO.


Primeiro a palavra portfólio, port - porta e fólio - papéis, logo já dá pra  perceber mais ou menos para  que serve e como se monta um portfólio.
Portfólio se faz uma pasta na qual voce vai anexar os papéis, informações, textos, fotos e outros sobre o assunto ou o tema no qual seja montado o portfólio.
Na pedagogia construtivista das escolas já se utiliza muito o portfólio. Os professores pedem a cada  aluno para fazer o seu portfólio colocando tudo que ele faz neste portfólio, assim no final do bimestre, semestre ou do ano o aluno seje capaz através da análise do seu portfólio perceber o seu desenvolviimento.
Basicamente, então, o portfólio vai adquirindo forma como se fosse uma pasta que  voce irá colocar todos os papéis que
pesquisar ou textos que escrever sobre o determinado tema. Normalmente o portfólio é uma coletânea de documentos ligados a um determinado texto mais sempre seguindo uma lógica reflexiva.
Um portfólio ou portifólio (ou ainda porta-fólio) é uma lista detrabalhos de um profissional ou empresa.
O portfólio é uma coleção de todo o trabalho em andamento na organização relacionado com o alcance dos objetivos do negócio. Toda organização tem um portfólio, mesmo que não reconheça especificamente. Consiste nos trabalhos que estão em andamento na empresa, estejam estes trabalhos relacionados de alguma forma entre si ou não. Algumas organizações tem portfólios separados por departamentos, divisões ou unidades de negócio. Em última instância, deve haver um portfólio abrangente para a organização como um todo.
Sobre os projetos de um portfólio, espera-se algum tipo de retorno. Classes de portfólio como um conjunto de aplicações no mercado de ações (portfólio de investimentos), projetos exploratórios de empresas de petróleo (porfólio exploratório), imóveis (portólio de bens) ou um portfólio de quadros e fotografias, são montados esperando-se um tipo de rendimento. Das três primeiras classes acima, o retorno é facilmente identificado como um retorno econômico. Já a última classe, além de venda de uma pintura ou fotografia, pode-se considerar um retorno intangível, aquele medido de forma indireta, tais como no campo social, de divulgação de uma imagem ou estilo pessoal.

Após apresentarmos o portfólio, foi pedido para à aula seguinte outro tema para ser pesquisado, CURRICULUM VITAE ou CV.


Que é um cv?
Um CV é a história escolar e profissional resumida e esquematizada de uma pessoa. Pode parecer que deve ser usada apenas por "profissionais" ou por quem possua elevadas qualificações, mas todos podem retirar benefícios de um CV bem escrito e bem apresentado quando procura um emprego.

Que significa "curriculum vitae"?

As palavras "*curriculum vitae*" provêm do Latim e significam literalmente "o curso da sua vida" ou a história sucinta da sua carreira. O termo é em geral abreviado para CV.
Não existe uma forma *correta* de elaborar um CV Cada consultor profissional tem diferentes idéias sobre a melhor forma de planear e de executar o documento. Cada um pensa que se deve incluir isto e aquilo, desta e daquela maneira. Este trabalho esquematiza a forma como eu pessoalmente acho que melhor impressionará os empregadores e utiliza três regras.
1. Simplicidade
2. Clareza
3. Objetividade

De fato, estas regras devem ser aplicadas a qualquer documento escrito.

Qual o aspecto de um CV?

Cada CV é diferente do outro, e é assim que as coisas devem ser. Tal como a verdadeira história da vida de uma pessoa será diferente da de qualquer outra, pois cada um de nós é singular.
Os CV-padrão dividem-se em geral num máximo de seis secções diferentes:
1. *Dados pessoais*:
Incluem nome, endereço, número de telefone, data de nascimento, nacionalidade, etc.
2. *Habilitações literárias*:
Apresenta datas, nomes e localização de escolas e institutos freqüentados e pormenores de quaisquer qualificações que possa ter obtido.
3. *Experiência profissional*:
Especifica datas, nome e localização dos empregadores, título do emprego e principais atividades de cada posição desempenhada.
4. *Interesses*:
Inclui *hobbies*, desporto e atividades de lazer.
5. *Informação adicional*:
Pormenores sobre capacidades ou tipo de trabalho desejado.
6. *Referências*:
Nome e morada de duas pessoas que possam dar referências sobre si.

A Próxima aula foi sobre Leitura, seus aspectos e tipos.
Ao decorrer da aula foi-se explanando os vários exemplos de leitura, como: a escrita, a visual, a comportamental e etc.
Claro que esse tema teria de ser pesquisado e sintetizado, e aqui esta ele.


O QUE É LEITURA, O QUE É LER
É um tipo de conhecimento? Conhecimento prévio e/ou construído no grupo? Relaciona-se com a experiência de cada um? É o resgate de uma experiência vivida? Ou é o desejo de uma experiência por viver? Como leitura e experiência podem se articular? Contando histórias e resignificando-as? Pode ser fragmentada ou global essa leitura? Pode acontecer por diferentes formas de ver, expressar-se? Precisa ou não do outro? Qual é o papel desse outro na leitura? Influenciar? Ser influenciado? Os dois? Leitura e mudança e pontos de vista... Por que essa relação? A leitura nos ajuda a fazer relações? Ou é nas relações que ela se constitui? O que a leitura tem a ver com a visão de mundo, afinal? E com a nossa história pessoal e social? Ler pode ser construir uma determinada história? Mas e, o conhecimento, o que tem a ver com essa história?
Na verdade, a leitura pode estar relacionada a todas estas questões, como tudo o que não podemos de imediato imaginar. A leitura é o próprio ato de ver, na sua concretude ou representado por meio da escrita, do som, da arte, dos cheiros. A leitura é uma experiência cotidiana e pessoal representativa para cada pessoa. Minha leitura é só minha, incapaz de ser a do outro... A convergência total neste ponto inexiste, e é aí que se encontra o grande encanto da leitura, recheada de tantos outros, mas tão única para um só.
Por meio da leitura e de nossa visão de mundo, conseguimos o domínio da palavra. Por meio da palavra, trocamos idéias e conhecimentos, sendo possível entender o mundo que nos cerca. Com o domínio da palavra nós nos transformamos e, ao nos transformar, nos é permitido construir um mundo melhor. Através de nossas histórias, é possível resgatar lembranças... Resgatando lembranças, voltamos no tempo. Ao voltarmos no tempo, entendemos as raízes que fazem parte da nossa cultura, essa cultura que nos foi dada como base para nossa formação de cidadãos críticos e conscientes dos nossos atos...

Uma idéia que achei interessante, foi a de que o ato de interpretar, refere-se à aprener  o que você absorveu em um contexto  e aplicar  em outro contexto.
Durante a vida toda somos rodeados de símbolos, que são interpretados e aplicados. Como os sinais de trânsito, se bem que algumas pessoas não interpretam da maneira correta.
Quando duas ou mais pessoas lêem a mesma coisa mas dão interpretações diferentes dar-se o nome de semântica (o motorista devia levar duas multas, uma por semântica).


Na aula seguinte foi sobre comunicação.
Hoje em dia parece ser mais fácil falar com quem está do outro lado do mundo, do que quem esta do seu lado.
Foi dito que a oratória nos dias atuais não é falar para as pessoas, e sim falar com as pessoas.
Para se comunicar bem é necessário conhecer o idioma, a linguagem a ser usada e algumas regras, como:
Evitar extrangerismo (happy hour, coffe brake);
Não engolir letras (fazer ao invés de fazê, olha ao invés de oia);
Utilize um vocabulário Simples, objetivo e suficiente pra identificar todas as suas idéias e pensamentos.
Cuidado com os vícios de linguagem.
Observe a gramática. O erro de gramática dependendo da sua gravidade poderá atrapalhar e até mesmo destruir sua imagem.
No decorrer da aula tivemos que ler um texto sobre “regime do trabalho dos antigos artesões contra a escravidão dos salários”.tivemos que comparar e responder as atividades que estavam no questionário.
 A aula posterior a professora demonstrou a emenda do nosso curso e o que iríamos aprender.
As diferentes linguagens usada pelas pessoas como símbolos,frases,poesias e musicas “no meio do caminha tinha uma pedra,tinha uma pedra no caminho”; “debaixo dos caracóis dos seus cabelos”.
Na época da ditadura se utilizou bastante dessa técnica, um exemplo foi  a música “Cale-se”.
Gênero Textual: é diversificado e sem número de gênero divido em Narração,Descrição e Dissertação.
Foi falado sobre Gênero textual que se encontra na bula.
Modalidades Discursivas: Narrar, Relatar, Argumentar, Expor, Escrever, Instruir, Dialogar.
Na aula seguinte falou-se sobre os erros ao falar de maneira errada, muitos exemplos foram dados.e foi comentado também os vários tipos de sotaque do português por cultura e região,influencia estrangeira e outros povos o que soa estranha para alguns é natural para outros mais tudo se trata do mesmo idioma.
Não esqueçamos da dica do mal e mau, eu uso assim: o que for bom é mal e o que vai bem é mal.

Não se usa “de menor”  ou “de maior” usa-se “menor de idade” e “maior de idade”.
Faz 2 (dois) anos que não há vejo e não Fazen 2 (dois) anos que não há vejo.

Chegamos em uma aula que apresentava a entrevista que o casal nardone deu ao fantástico. Foram encontrados vários erros de gramática, coesão e coerência. Mostrava-se os erros e falva-se o modo correto.


Nesse dia foi ensinado a criar um blog, cada aluno deveria criar o seu para depois oostar seu portfólio.
Também foi dado em sala de aula colocação pronominal. Primeiramente foi lido um poema de Osvald de Andrade. ONa utilização prática da língua o pronome oblíquo é determinado pela eufonia, que é a beleza do som quando você faz uma oração.

Bom.. nessa próxima aula ouvimos a musica “  explode coração”
Onde tivemos que trabalhar a letra e as figuras de linguagem.



FIGURAS DE LINGUAGEM

São recursos usados pelo falante para realçar a sua mensagem.

1)                 ELIPSE – ZEUGMA

1 - Na estante,livros e mais livros.
2-Ele prefere um passeio pela praia; eu, cinema.

No 1º exemplo temos uma elipse, já no 2º, a figura que aparece é o zeugma.
A elipse consiste na omissão de um termo que é facilmente identificado.
No exemplo 1, percebemos claramente que o verbo “haver” foi omitido.
No exemplo 2, ocorre zeugma, que é a omissão de um termo que já fora expresso anteriormente.

“Ele prefere um passeio pela praia;eu, (prefiro) cinema.”(Não houve necessidade de repetir o verbo, pois entendemos o recado).

2) PLEONASMO

Na oração: “Ela cantou uma canção linda!”, houve o emprego de um termo desnecessário, pois quem canta, só pode cantar uma canção.

eonasmo é a repetição de idéias

3)HIPÉRBATO

Correm pelo parque as crianças da rua.
Na escada subiu o pintor.

As duas orações estão na ordem inversa.
O hipérbato consiste na inversão dos termos da oração.

Na ordem direta ficaria:

As crianças da rua correm pelo parque.
O pintor subiu na escada.

4) ANACOLUTO

É a falta de nexo que existe entre o início e o fim de uma frase.

Dois gatinhos miando no muro, conversávamos sobre como é complicada a vida dos animais.

5) SILEPSE

É a concordância com a idéia e não com a palavradita.
Pode ser: de gênero, número ou pessoa.

SILEPSE DE GÊNERO (masc./fem.)Vossa Excelênciaestá admirado do fato?

O pronome de tratamento “Vossa Execelência” é feminino, mas o adjetivo “admirado” stá no masculino. Ou seja, concordou com a pessoa a quem se referia (no
caso, um homem).
Aqui temos o feminino e o masculino, logo, silepse de gênero.

SILEPSE DE NÚMERO (singular/plural)

Aquela multidão gritavam diante do ídolo.

Multidão está no singular, mas o verbo está no plural.
“Gritavam” concorda com a idéia de plural que está em “multidão”.

Todos estávamos nervosos.

Esta frase levaria o verbo normalmente para a 3ª pessoa (estavam – eles) mas a concordância foi feita com a 1ª pessoa(nós).
Temos aqui 2 pessoas ( eles e nós ) logo, silepse de pessoa.

6)METÁFORA - COMPARAÇÃO

1-Aquele homem é um leão.

Estamos comparando um homem com um leão, pois esse homem é forte e corajoso como um leão.

2-A vida vem em ondas como o mar.

Aqui também existe uma comparação, só que desta vez é usado o conectivo comparativo: como.

O exemplo 1 é uma metáfora e o exemplo 2 é uma comparação.

Exemplos de matáfora.

Ele é um anjo.
Ela uma flor.

Exemplos de comparação.

A chuva cai como lágrimas.
A mocidade é como uma flor.

Metáfora: sem o conectivo comparativo.
Comparação: com o conectivo (como, tal como, assim como)

7)METONÍMIA

Aqui também existe a comparação, só que desta vez ela é mais objetiva.

Ele gosta de ler Agatha Christie.
Ele comeu uma caixa de chocolate.

8) PERÍFRASE – ANTONOMÁSIA

A Cidade Maravilhosa recebe muitos turistas durante o carnaval.
O Rei das Selvas está bravo.
A Dama do Suspense escreveu livros ótimos.
O Mestre do Suspense dirigiu grandes clássicos do cinema.

Usamos expressões especiais para falar de alguém ou de algum lugar.
Quando usamos esse recurso estamos empregando a perífrase ou antonomásia.
Perífrase, quando se tratar de lugares ou animais.
Antonomásia, quando forem pessoas

9) CATACRESE

A catacrese é o emprego impróprio de uma palavra ou expressão por esquecimento ou ignorância do seu real sentido.

Sentou-se no braço da poltrona para descansar.

10) ANTÍTESE - Paradoxo

Emprego de termos com sentidos opostos.

Ela se preocupa tanto com o passado que esquece o presente.
A guerra não leva a nada, devemos buscar a paz.

Paradoxo é a aproximação de ideias contrárias.

: Já estou cheio de me sentir vazio.

11)EUFEMISMO

Aquele rapaz não é legal, ele subtraiu dinheiro.
Acho que não fui feliz nos exames.

O intuito dessas orações foi abrandar a mensagem, ou seja, ser mais educado.
No exemplo 1 o verbo “roubar” foi substituído por uma expressão mais leve.
O mesmo ocorre co o exemplo 2 , “reprovado “ também foi substituído por uma expressão mais leve.

12) IRONIA

Que homem lindo! (quando se trata, na verdade, de um homem feio.)
Como você escreve bem, meu vizinho de 5 anos teria feito uma redação melhor!
Que bolsa barata, custou só mil reais!

13) HIPÉRBOLE

É o exagero na afirmação.

Já lhe disse isso um milhão de vezes.
Quando o filme começou, voei para casa.

14) PROSOPOPÉIA

Atribuição de qualidades e sentimentos humanos a seres irracionais e inanimados.

A formiga disse para a cigarra: ” Cantou…agora dança!”


15) Sinestesia

Consiste na fusão de impressões sensoriais diferentes.

• Ex.: Aquela criança tem um olhar tão doce.


Disfemismo ou Cacofemismo

É uma figura de estilo (figura de linguagem) que consiste em empregar deliberadamente termos ou expressões depreciativas, sarcásticas ou chulas para fazer
referência a um determinado tema, coisa ou pessoa, opondo-se assim, ao eufemismo. Expressões disfêmicas são freqüentemente usadas para criar situações
de humor.

: Comer capim pela raiz.


16) Gradação

 é uma figura de estilo, relacionada com a enumeração,
onde são expostas determinadas ideias de forma crescente (em direção a um
clímax)
ou decrescente (
anticlímax).

• Tudo começou no meu quarto, onde concebi as ideias que me levariam a dominar o bairro, a cidade, o país, o mundo... E a desejar o próprio Universo...
d

• Meu caro, para mim, você é um simples roedor.Que digo? Um verme... Menos que isso! Uma bactéria!Umvírus

17) Polissindeto- Assíndeto

É a reppetição de conjunções geralmente a conjução (e); o assíndeto, pela ausência dela.

Ele tocava e bulia e arfava e chorava e ela nem aí.


A MUSICA  EXPLODE CORAÇÃO É UM ÓTIMO EXEMPLO PARA ILUSTRAR ESSAS FIGURAS DE LINGUAGEM.

Explode Coração
Gonzaguinha
Composição: Gonzaguinha

Chega de tentar dissimular e disfarçar e esconder
O que não dá mais pra ocultar e eu não posso mais calar
(GRADAÇÃO)

Já que o brilho desse olhar foi traidor
(SINESTESIA)

E entregou o que você tentou conter
O que você não quis desabafar e me cortou

Chega de temer, chorar, sofrer, sorrir, se dar
E se perder e se achar e tudo aquilo que é viver
(ASSÍNDETO/POLISSÍNDETO)

Eu quero mais é me abrir e que essa vida entre assim
Como se fosse o sol desvirginando a madrugada
(METÁFORA/COMPARATIVO)

Quero sentir a dor desta manhã
(SINESTESIA)

Nascendo, rompendo, rasgando, tomando, meu corpo e então eu
Chorando, sofrendo, gostando, adorando, gritando
(ASSÍDENTO)

Feito louca, alucinada e criança
(METÁFORA)

Sentindo o meu amor se derramando
(SINESTESIA)

Não dá mais pra segurar, explode coração...
(pleonasmo)

Foi mostrada a despedida da letra i.

Agora nessa aula seguinte foi pedido para avaliar-mos o sentimento do autor Ze Ramalho no seu texto “extrangerismo”.

Na nossa última aula o assunto foi sobre correspondências oficiais e o uso da vírgula e dos porquês.


Por que

Pode ser usado com o sentido de “por qual razão” ou “por qual motivo”, e trata-se da junção da preposição por + o pronome interrogativo que:

Exemplos:

 Não sei por que não quis ficar até mais tarde.
Por que ficar até mais tarde?

Ainda pode ser  empregado quando se tratar da preposição por + pronome relativo que , neste caso, será relativo à “pelo qual”, “pela qual”, “pelos quais”, “pelas quais” ou ainda “para que”:

Exemplos:

 A rua por que passei ontem não era parecida com essa!
Quando votarmos, que seja por que nos próximos anos possamos ver mais obras.

Por quê

O uso do por quê é equivalente ao “por que”, porém, é acentuado quando vier antes de um ponto, seja final, de interrogação ou exclamação:

Exemplos:

 Ficar na festa até mais tarde, por quê?
Não sei por quê.

Porque

O termo porque é uma conjunção causal ou explicativa e o seu uso tem significado aproximado de “pois”, “já que”, “uma vez que” ou ainda indica finalidade e temvaloraproximado de “para que”, “a fim de”.

Exemplos:

 Vou fazer mais um trabalho porque tenho que entregar amanhã. (conjunção)
Não faça mal a ninguém porque não façam a você. (finalidade)


Porquê

Quando aparece nessa forma o porquê é um substantivo e denota o sentido de “causa”, “razão”, “motivo” e vem acompanhado de artigo, adjetivo ounumeral:

Exemplos:

 Diga-me o porquê de sua contestação.
Tenho um porquê para ter contestado: meu cartão bancário foi clonado.

 

Vírgula



Estando a oração em ordem direta (seus termos se sucedem na seguinte progressão: sujeito → verbo → complementos do verbo (objetos) → adjunto adverbial), isto é, sem inversões ou intercalações, o uso da vírgula é, de modo geral, desnecessário. Assim:

1 - Não se usa vírgula: 

Não se usa vírgula separando termos que, do ponto de vista sintático, ligam-se diretamente entre si:

a) entre sujeito e predicado.

Todos os alunos da sala    foram advertidos. 
             Sujeito                            predicado

b) entre o verbo e seus objetos.

O trabalho custou            sacrifício             aos realizadores. 
                   V.T.D.I.              O.D.                             O.I.

Entre nome e complemento nominal; entre nome e adjunto adnominal.



2 -  Usa-se a vírgula:

Para marcar intercalação:

a) do adjunto adverbial:

 O café, devido à sua abundância, vem caindo de preço.

b) da conjunção:

 Os cerrados são secos e áridos. Estão produzindo, todavia, quantidades de alimentos.

c) das expressões explicativas ou corretivas:

 As indústrias não querem abrir mão de suas vantagens, isto é, não querem abrir mão dos  lucros altos.

Para marcar inversão:

a) do adjunto adverbial (colocado no início da oração):
 Depois das sete horas, todo o comércio está de portas fechadas.

b) dos objetos pleonásticos antepostos ao verbo:
 Aos pesquisadores, não lhes destinaram verba alguma.

c) do nome de lugar anteposto às datas:
 Recife, 15 de maio de 1982.

Usa-se vírgula para separar entre si elementos coordenados (dispostos em enumeração):

Era um garoto de 15 anos, alto, magro.
A ventania levou árvores, e telhados, e pontes, e animais.

Usa-se a vírgula para marcar elipse (omissão) do verbo:

Nós queremos comer pizza; e vocês, churrasco.

Usa-se a vírgula para isolar: o aposto:

São Paulo, considerada a metrópole brasileira, possui um trânsito caótico.

- o vocativo:

Ora, Thiago, não diga bobagem.