A Nossa primeira aula iteve inicio com uma/pensamento de um autor francês, o mesmo que escreveu O PEQUENO PRÍNCIPE.
“Ser Homem é ser responsável, é sentir que colocando sua pedra colabora na construção do mundo”.
Foi pedido que refletissimos sobre esta frase. Cada aluno deu sua opinião, alguns comentários foram de que uma ação cometida hoje pode refletir amanhã ou em outro local.
Um dos exemplos dados foi que “O Bater das asas de uma borboleta na China, pode se tornar um furacão na América”.
Comentei que “A Pedra serveria como um símbolo para gente procurar produzir coisas estáveis em um mundo instável, coisas concretas que sirvam para algo útil a população ao homem”.
Após os comentários, a professora informou que não faria uma avaliação comum mas sim um portfólio, explicou resumidamente o que era e passou nossa primeira tarefa, pesquisar sobre O Que é um Portfolio.
Depois foi realizada uma dinâmica de 30 a 40 min, chamava-se Rock Rock Tchuba ( não sei como se escreve mas acho que é assim).
Foran divididos grupos de 06 (seis) pessoas, cada um gupo teria de criar um ritmo e ao mesmo tempo um movimento corporal e um grito de guerra
A Inspiração sugerida era a de expressar seus desejos frente ao curso que estávamos iniciando, como queríamos que fosse esse curso, quanto aos colegas e quanto aos grupos.
O Objetivo dessa dinÂmiCA ERA DE a Relacionamento, para que os colegas se conhecessem melhor.
Na aula seguinte apresentamos o trabalho sobre O QUE É PORTFOLIO.
Primeiro a palavra portfólio, port - porta e fólio - papéis, logo já dá pra perceber mais ou menos para que serve e como se monta um portfólio.
Portfólio se faz uma pasta na qual voce vai anexar os papéis, informações, textos, fotos e outros sobre o assunto ou o tema no qual seja montado o portfólio.
Na pedagogia construtivista das escolas já se utiliza muito o portfólio. Os professores pedem a cada aluno para fazer o seu portfólio colocando tudo que ele faz neste portfólio, assim no final do bimestre, semestre ou do ano o aluno seje capaz através da análise do seu portfólio perceber o seu desenvolviimento.
Basicamente, então, o portfólio vai adquirindo forma como se fosse uma pasta que voce irá colocar todos os papéis que pesquisar ou textos que escrever sobre o determinado tema. Normalmente o portfólio é uma coletânea de documentos ligados a um determinado texto mais sempre seguindo uma lógica reflexiva.
Portfólio se faz uma pasta na qual voce vai anexar os papéis, informações, textos, fotos e outros sobre o assunto ou o tema no qual seja montado o portfólio.
Na pedagogia construtivista das escolas já se utiliza muito o portfólio. Os professores pedem a cada aluno para fazer o seu portfólio colocando tudo que ele faz neste portfólio, assim no final do bimestre, semestre ou do ano o aluno seje capaz através da análise do seu portfólio perceber o seu desenvolviimento.
Basicamente, então, o portfólio vai adquirindo forma como se fosse uma pasta que voce irá colocar todos os papéis que pesquisar ou textos que escrever sobre o determinado tema. Normalmente o portfólio é uma coletânea de documentos ligados a um determinado texto mais sempre seguindo uma lógica reflexiva.
Um portfólio ou portifólio (ou ainda porta-fólio) é uma lista detrabalhos de um profissional ou empresa.
O portfólio é uma coleção de todo o trabalho em andamento na organização relacionado com o alcance dos objetivos do negócio. Toda organização tem um portfólio, mesmo que não reconheça especificamente. Consiste nos trabalhos que estão em andamento na empresa, estejam estes trabalhos relacionados de alguma forma entre si ou não. Algumas organizações tem portfólios separados por departamentos, divisões ou unidades de negócio. Em última instância, deve haver um portfólio abrangente para a organização como um todo.
| Sobre os projetos de um portfólio, espera-se algum tipo de retorno. Classes de portfólio como um conjunto de aplicações no mercado de ações (portfólio de investimentos), projetos exploratórios de empresas de petróleo (porfólio exploratório), imóveis (portólio de bens) ou um portfólio de quadros e fotografias, são montados esperando-se um tipo de rendimento. Das três primeiras classes acima, o retorno é facilmente identificado como um retorno econômico. Já a última classe, além de venda de uma pintura ou fotografia, pode-se considerar um retorno intangível, aquele medido de forma indireta, tais como no campo social, de divulgação de uma imagem ou estilo pessoal. |
Após apresentarmos o portfólio, foi pedido para à aula seguinte outro tema para ser pesquisado, CURRICULUM VITAE ou CV.
Que é um cv?
Um CV é a história escolar e profissional resumida e esquematizada de uma pessoa. Pode parecer que deve ser usada apenas por "profissionais" ou por quem possua elevadas qualificações, mas todos podem retirar benefícios de um CV bem escrito e bem apresentado quando procura um emprego.
Que significa "curriculum vitae"?
As palavras "*curriculum vitae*" provêm do Latim e significam literalmente "o curso da sua vida" ou a história sucinta da sua carreira. O termo é em geral abreviado para CV.
Não existe uma forma *correta* de elaborar um CV Cada consultor profissional tem diferentes idéias sobre a melhor forma de planear e de executar o documento. Cada um pensa que se deve incluir isto e aquilo, desta e daquela maneira. Este trabalho esquematiza a forma como eu pessoalmente acho que melhor impressionará os empregadores e utiliza três regras.
1. Simplicidade
2. Clareza
3. Objetividade
De fato, estas regras devem ser aplicadas a qualquer documento escrito.
Qual o aspecto de um CV?
Cada CV é diferente do outro, e é assim que as coisas devem ser. Tal como a verdadeira história da vida de uma pessoa será diferente da de qualquer outra, pois cada um de nós é singular.
Os CV-padrão dividem-se em geral num máximo de seis secções diferentes:
1. *Dados pessoais*:
Incluem nome, endereço, número de telefone, data de nascimento, nacionalidade, etc.
2. *Habilitações literárias*:
Apresenta datas, nomes e localização de escolas e institutos freqüentados e pormenores de quaisquer qualificações que possa ter obtido.
3. *Experiência profissional*:
Especifica datas, nome e localização dos empregadores, título do emprego e principais atividades de cada posição desempenhada.
4. *Interesses*:
Inclui *hobbies*, desporto e atividades de lazer.
5. *Informação adicional*:
Pormenores sobre capacidades ou tipo de trabalho desejado.
6. *Referências*:
Nome e morada de duas pessoas que possam dar referências sobre si.
A Próxima aula foi sobre Leitura, seus aspectos e tipos.
Ao decorrer da aula foi-se explanando os vários exemplos de leitura, como: a escrita, a visual, a comportamental e etc.
Claro que esse tema teria de ser pesquisado e sintetizado, e aqui esta ele.
O QUE É LEITURA, O QUE É LER
É um tipo de conhecimento? Conhecimento prévio e/ou construído no grupo? Relaciona-se com a experiência de cada um? É o resgate de uma experiência vivida? Ou é o desejo de uma experiência por viver? Como leitura e experiência podem se articular? Contando histórias e resignificando-as? Pode ser fragmentada ou global essa leitura? Pode acontecer por diferentes formas de ver, expressar-se? Precisa ou não do outro? Qual é o papel desse outro na leitura? Influenciar? Ser influenciado? Os dois? Leitura e mudança e pontos de vista... Por que essa relação? A leitura nos ajuda a fazer relações? Ou é nas relações que ela se constitui? O que a leitura tem a ver com a visão de mundo, afinal? E com a nossa história pessoal e social? Ler pode ser construir uma determinada história? Mas e, o conhecimento, o que tem a ver com essa história?
Na verdade, a leitura pode estar relacionada a todas estas questões, como tudo o que não podemos de imediato imaginar. A leitura é o próprio ato de ver, na sua concretude ou representado por meio da escrita, do som, da arte, dos cheiros. A leitura é uma experiência cotidiana e pessoal representativa para cada pessoa. Minha leitura é só minha, incapaz de ser a do outro... A convergência total neste ponto inexiste, e é aí que se encontra o grande encanto da leitura, recheada de tantos outros, mas tão única para um só.
Por meio da leitura e de nossa visão de mundo, conseguimos o domínio da palavra. Por meio da palavra, trocamos idéias e conhecimentos, sendo possível entender o mundo que nos cerca. Com o domínio da palavra nós nos transformamos e, ao nos transformar, nos é permitido construir um mundo melhor. Através de nossas histórias, é possível resgatar lembranças... Resgatando lembranças, voltamos no tempo. Ao voltarmos no tempo, entendemos as raízes que fazem parte da nossa cultura, essa cultura que nos foi dada como base para nossa formação de cidadãos críticos e conscientes dos nossos atos...
Uma idéia que achei interessante, foi a de que o ato de interpretar, refere-se à aprener o que você absorveu em um contexto e aplicar em outro contexto.
Durante a vida toda somos rodeados de símbolos, que são interpretados e aplicados. Como os sinais de trânsito, se bem que algumas pessoas não interpretam da maneira correta.
Quando duas ou mais pessoas lêem a mesma coisa mas dão interpretações diferentes dar-se o nome de semântica (o motorista devia levar duas multas, uma por semântica).
Na aula seguinte foi sobre comunicação.
Hoje em dia parece ser mais fácil falar com quem está do outro lado do mundo, do que quem esta do seu lado.
Foi dito que a oratória nos dias atuais não é falar para as pessoas, e sim falar com as pessoas.
Para se comunicar bem é necessário conhecer o idioma, a linguagem a ser usada e algumas regras, como:
Evitar extrangerismo (happy hour, coffe brake);
Não engolir letras (fazer ao invés de fazê, olha ao invés de oia);
Utilize um vocabulário Simples, objetivo e suficiente pra identificar todas as suas idéias e pensamentos.
Cuidado com os vícios de linguagem.
Observe a gramática. O erro de gramática dependendo da sua gravidade poderá atrapalhar e até mesmo destruir sua imagem.
No decorrer da aula tivemos que ler um texto sobre “regime do trabalho dos antigos artesões contra a escravidão dos salários”.tivemos que comparar e responder as atividades que estavam no questionário.
A aula posterior a professora demonstrou a emenda do nosso curso e o que iríamos aprender.
As diferentes linguagens usada pelas pessoas como símbolos,frases,poesias e musicas “no meio do caminha tinha uma pedra,tinha uma pedra no caminho”; “debaixo dos caracóis dos seus cabelos”.
Na época da ditadura se utilizou bastante dessa técnica, um exemplo foi a música “Cale-se”.
Gênero Textual: é diversificado e sem número de gênero divido em Narração,Descrição e Dissertação.
Foi falado sobre Gênero textual que se encontra na bula.
Foi falado sobre Gênero textual que se encontra na bula.
Modalidades Discursivas: Narrar, Relatar, Argumentar, Expor, Escrever, Instruir, Dialogar.
Na aula seguinte falou-se sobre os erros ao falar de maneira errada, muitos exemplos foram dados.e foi comentado também os vários tipos de sotaque do português por cultura e região,influencia estrangeira e outros povos o que soa estranha para alguns é natural para outros mais tudo se trata do mesmo idioma.
Não esqueçamos da dica do mal e mau, eu uso assim: o que for bom é mal e o que vai bem é mal.
Não se usa “de menor” ou “de maior” usa-se “menor de idade” e “maior de idade”.
Faz 2 (dois) anos que não há vejo e não Fazen 2 (dois) anos que não há vejo.
Chegamos em uma aula que apresentava a entrevista que o casal nardone deu ao fantástico. Foram encontrados vários erros de gramática, coesão e coerência. Mostrava-se os erros e falva-se o modo correto.
Nesse dia foi ensinado a criar um blog, cada aluno deveria criar o seu para depois oostar seu portfólio.
Também foi dado em sala de aula colocação pronominal. Primeiramente foi lido um poema de Osvald de Andrade. ONa utilização prática da língua o pronome oblíquo é determinado pela eufonia, que é a beleza do som quando você faz uma oração.
Bom.. nessa próxima aula ouvimos a musica “ explode coração”
Onde tivemos que trabalhar a letra e as figuras de linguagem.
FIGURAS DE LINGUAGEM
São recursos usados pelo falante para realçar a sua mensagem.
1) ELIPSE – ZEUGMA
1 - Na estante,livros e mais livros.
2-Ele prefere um passeio pela praia; eu, cinema.
No 1º exemplo temos uma elipse, já no 2º, a figura que aparece é o zeugma.
A elipse consiste na omissão de um termo que é facilmente identificado.
No exemplo 1, percebemos claramente que o verbo “haver” foi omitido.
No exemplo 2, ocorre zeugma, que é a omissão de um termo que já fora expresso anteriormente.
“Ele prefere um passeio pela praia;eu, (prefiro) cinema.”(Não houve necessidade de repetir o verbo, pois entendemos o recado).
2) PLEONASMO
Na oração: “Ela cantou uma canção linda!”, houve o emprego de um termo desnecessário, pois quem canta, só pode cantar uma canção.
eonasmo é a repetição de idéias
3)HIPÉRBATO
Correm pelo parque as crianças da rua.
Na escada subiu o pintor.
As duas orações estão na ordem inversa.
O hipérbato consiste na inversão dos termos da oração.
Na ordem direta ficaria:
As crianças da rua correm pelo parque.
O pintor subiu na escada.
4) ANACOLUTO
É a falta de nexo que existe entre o início e o fim de uma frase.
Dois gatinhos miando no muro, conversávamos sobre como é complicada a vida dos animais.
5) SILEPSE
É a concordância com a idéia e não com a palavradita.
Pode ser: de gênero, número ou pessoa.
SILEPSE DE GÊNERO (masc./fem.)Vossa Excelênciaestá admirado do fato?
O pronome de tratamento “Vossa Execelência” é feminino, mas o adjetivo “admirado” stá no masculino. Ou seja, concordou com a pessoa a quem se referia (no
caso, um homem).
Aqui temos o feminino e o masculino, logo, silepse de gênero.
SILEPSE DE NÚMERO (singular/plural)
Aquela multidão gritavam diante do ídolo.
Multidão está no singular, mas o verbo está no plural.
“Gritavam” concorda com a idéia de plural que está em “multidão”.
Todos estávamos nervosos.
Esta frase levaria o verbo normalmente para a 3ª pessoa (estavam – eles) mas a concordância foi feita com a 1ª pessoa(nós).
Temos aqui 2 pessoas ( eles e nós ) logo, silepse de pessoa.
6)METÁFORA - COMPARAÇÃO
1-Aquele homem é um leão.
Estamos comparando um homem com um leão, pois esse homem é forte e corajoso como um leão.
2-A vida vem em ondas como o mar.
Aqui também existe uma comparação, só que desta vez é usado o conectivo comparativo: como.
O exemplo 1 é uma metáfora e o exemplo 2 é uma comparação.
Exemplos de matáfora.
Ele é um anjo.
Ela uma flor.
Exemplos de comparação.
A chuva cai como lágrimas.
A mocidade é como uma flor.
Metáfora: sem o conectivo comparativo.
Comparação: com o conectivo (como, tal como, assim como)
7)METONÍMIA
Aqui também existe a comparação, só que desta vez ela é mais objetiva.
Ele gosta de ler Agatha Christie.
Ele comeu uma caixa de chocolate.
8) PERÍFRASE – ANTONOMÁSIA
A Cidade Maravilhosa recebe muitos turistas durante o carnaval.
O Rei das Selvas está bravo.
A Dama do Suspense escreveu livros ótimos.
O Mestre do Suspense dirigiu grandes clássicos do cinema.
Usamos expressões especiais para falar de alguém ou de algum lugar.
Quando usamos esse recurso estamos empregando a perífrase ou antonomásia.
Perífrase, quando se tratar de lugares ou animais.
Antonomásia, quando forem pessoas
9) CATACRESE
A catacrese é o emprego impróprio de uma palavra ou expressão por esquecimento ou ignorância do seu real sentido.
Sentou-se no braço da poltrona para descansar.
10) ANTÍTESE - Paradoxo
Emprego de termos com sentidos opostos.
Ela se preocupa tanto com o passado que esquece o presente.
A guerra não leva a nada, devemos buscar a paz.
Paradoxo é a aproximação de ideias contrárias.
: Já estou cheio de me sentir vazio.
11)EUFEMISMO
Aquele rapaz não é legal, ele subtraiu dinheiro.
Acho que não fui feliz nos exames.
O intuito dessas orações foi abrandar a mensagem, ou seja, ser mais educado.
No exemplo 1 o verbo “roubar” foi substituído por uma expressão mais leve.
O mesmo ocorre co o exemplo 2 , “reprovado “ também foi substituído por uma expressão mais leve.
12) IRONIA
Que homem lindo! (quando se trata, na verdade, de um homem feio.)
Como você escreve bem, meu vizinho de 5 anos teria feito uma redação melhor!
Que bolsa barata, custou só mil reais!
13) HIPÉRBOLE
É o exagero na afirmação.
Já lhe disse isso um milhão de vezes.
Quando o filme começou, voei para casa.
14) PROSOPOPÉIA
Atribuição de qualidades e sentimentos humanos a seres irracionais e inanimados.
A formiga disse para a cigarra: ” Cantou…agora dança!”
15) Sinestesia
Consiste na fusão de impressões sensoriais diferentes.
• Ex.: Aquela criança tem um olhar tão doce.
Disfemismo ou Cacofemismo
É uma figura de estilo (figura de linguagem) que consiste em empregar deliberadamente termos ou expressões depreciativas, sarcásticas ou chulas para fazer
referência a um determinado tema, coisa ou pessoa, opondo-se assim, ao eufemismo. Expressões disfêmicas são freqüentemente usadas para criar situações
de humor.
: Comer capim pela raiz.
16) Gradação
é uma figura de estilo, relacionada com a enumeração,
onde são expostas determinadas ideias de forma crescente (em direção a um
clímax)
ou decrescente (
anticlímax).
• Tudo começou no meu quarto, onde concebi as ideias que me levariam a dominar o bairro, a cidade, o país, o mundo... E a desejar o próprio Universo...
d
• Meu caro, para mim, você é um simples roedor.Que digo? Um verme... Menos que isso! Uma bactéria!Umvírus
17) Polissindeto- Assíndeto
É a reppetição de conjunções geralmente a conjução (e); o assíndeto, pela ausência dela.
Ele tocava e bulia e arfava e chorava e ela nem aí.
A MUSICA EXPLODE CORAÇÃO É UM ÓTIMO EXEMPLO PARA ILUSTRAR ESSAS FIGURAS DE LINGUAGEM.
Explode Coração
Gonzaguinha
Composição: Gonzaguinha
Chega de tentar dissimular e disfarçar e esconder
O que não dá mais pra ocultar e eu não posso mais calar
(GRADAÇÃO)
Já que o brilho desse olhar foi traidor
(SINESTESIA)
E entregou o que você tentou conter
O que você não quis desabafar e me cortou
Chega de temer, chorar, sofrer, sorrir, se dar
E se perder e se achar e tudo aquilo que é viver
(ASSÍNDETO/POLISSÍNDETO)
Eu quero mais é me abrir e que essa vida entre assim
Como se fosse o sol desvirginando a madrugada
(METÁFORA/COMPARATIVO)
Quero sentir a dor desta manhã
(SINESTESIA)
Nascendo, rompendo, rasgando, tomando, meu corpo e então eu
Chorando, sofrendo, gostando, adorando, gritando
(ASSÍDENTO)
Feito louca, alucinada e criança
(METÁFORA)
Sentindo o meu amor se derramando
(SINESTESIA)
Não dá mais pra segurar, explode coração...
(pleonasmo)
Foi mostrada a despedida da letra i.
Agora nessa aula seguinte foi pedido para avaliar-mos o sentimento do autor Ze Ramalho no seu texto “extrangerismo”.
Na nossa última aula o assunto foi sobre correspondências oficiais e o uso da vírgula e dos porquês.
Por que
Pode ser usado com o sentido de “por qual razão” ou “por qual motivo”, e trata-se da junção da preposição por + o pronome interrogativo que:
Exemplos:
Não sei por que não quis ficar até mais tarde.
Por que ficar até mais tarde?
Ainda pode ser empregado quando se tratar da preposição por + pronome relativo que , neste caso, será relativo à “pelo qual”, “pela qual”, “pelos quais”, “pelas quais” ou ainda “para que”:
Exemplos:
A rua por que passei ontem não era parecida com essa!
Quando votarmos, que seja por que nos próximos anos possamos ver mais obras.
Por quê
O uso do por quê é equivalente ao “por que”, porém, é acentuado quando vier antes de um ponto, seja final, de interrogação ou exclamação:
Exemplos:
Ficar na festa até mais tarde, por quê?
Não sei por quê.
Porque
O termo porque é uma conjunção causal ou explicativa e o seu uso tem significado aproximado de “pois”, “já que”, “uma vez que” ou ainda indica finalidade e temvaloraproximado de “para que”, “a fim de”.
Exemplos:
Vou fazer mais um trabalho porque tenho que entregar amanhã. (conjunção)
Não faça mal a ninguém porque não façam a você. (finalidade)
Porquê
Quando aparece nessa forma o porquê é um substantivo e denota o sentido de “causa”, “razão”, “motivo” e vem acompanhado de artigo, adjetivo ounumeral:
Exemplos:
Diga-me o porquê de sua contestação.
Tenho um porquê para ter contestado: meu cartão bancário foi clonado.
Vírgula
Estando a oração em ordem direta (seus termos se sucedem na seguinte progressão: sujeito → verbo → complementos do verbo (objetos) → adjunto adverbial), isto é, sem inversões ou intercalações, o uso da vírgula é, de modo geral, desnecessário. Assim:
1 - Não se usa vírgula:
Não se usa vírgula separando termos que, do ponto de vista sintático, ligam-se diretamente entre si:
a) entre sujeito e predicado.
Todos os alunos da sala foram advertidos.
Sujeito predicado
b) entre o verbo e seus objetos.
O trabalho custou sacrifício aos realizadores.
V.T.D.I. O.D. O.I.
Entre nome e complemento nominal; entre nome e adjunto adnominal.
2 - Usa-se a vírgula:
Para marcar intercalação:
a) do adjunto adverbial:
O café, devido à sua abundância, vem caindo de preço.
b) da conjunção:
Os cerrados são secos e áridos. Estão produzindo, todavia, quantidades de alimentos.
c) das expressões explicativas ou corretivas:
As indústrias não querem abrir mão de suas vantagens, isto é, não querem abrir mão dos lucros altos.
Para marcar inversão:
a) do adjunto adverbial (colocado no início da oração):
Depois das sete horas, todo o comércio está de portas fechadas.
b) dos objetos pleonásticos antepostos ao verbo:
Aos pesquisadores, não lhes destinaram verba alguma.
c) do nome de lugar anteposto às datas:
Recife, 15 de maio de 1982.
Usa-se vírgula para separar entre si elementos coordenados (dispostos em enumeração):
Era um garoto de 15 anos, alto, magro.
A ventania levou árvores, e telhados, e pontes, e animais.
Usa-se a vírgula para marcar elipse (omissão) do verbo:
Nós queremos comer pizza; e vocês, churrasco.
Usa-se a vírgula para isolar: o aposto:
São Paulo, considerada a metrópole brasileira, possui um trânsito caótico.
- o vocativo:
Ora, Thiago, não diga bobagem.