FACULDADE ESTÁCIO ATUAL
BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÕES
RICARDO DANIELL
PORTUGUÊS INSTRUMENTAL II
FACILITADORA: ELIANA
PORTFÓLIO
As aulas começaram falando de comunicação e linguagem, e as diferentes formas de se comunicar, como a verbal, gestual, escrita e etc.
Foi trabalhado um texto que falava de movimento corporal e caráter. Em que o autor dizia que é possível conhecer a personalidade de alguém com base em sua desenvoltura e o seu comportamento em determinada situação. O texto
No texto haviam 4 questões que pediam que refletissimos sobre o texto e fizéssemos um resumo.
Primeira questão Resumo do texto.
O autor compara os gestos ao caráter de uma pessoa, visualizando nosso comportamento.
Ele nos cita o exemplo o caminhar de uma pessoa que se for firme demonstra confiança e se for cuidadoso demonstrar insegurança, isso representa o cômodo movimento corporal que não se baseia o no ato mas na forma de como isso é feito.
É importante lembrar dede que forma a comunicação acontece e seus elementos (emissor, canal, receptor, mensagem e código).
No nosso caso o emissor é o autor do texto Wora Davis, o canal é o texto, o receptor é o leitor, a mensagem é sobre o comportamento do indivíduo e seu caráter e o código é a língua portuguesa.
A Segunda questão pedi que déssemos exemplos de comportamentos gestuais e seus significados.
Quando a pessoa roer as unhas demonstra nervosismo;
Ao colocar a mão na cabeça é sinal de preocupação;
Ficar olhando para o relógio várias vezes aparenta ansiedade.
A Terceira questão perguntava: Por que o Braile é considerada humana e lingüística?
Apesar de eu ser DV (Deficiente Visual), não utilizo esse recurso para me comunicar. Acho eu porque sou um DV high tech, e utilizo outras tecnologias.
O braile possibilita a comunicação por meio de combinação de pontos para deficientes visuais que não poderiam e não consegueriam ter acesso a um texto, sendo assim a escrita Braile permite ter acesso a informação e poder se expressar.
A última questão pedi para acharmos uma solução para um problema imaginário, que era: O que aconteceria se um dia não houvesse mais comunicação em uma grande cidade, coisas do como ausência de energia elétrica que acarretaria em ausência de comunicação por radio, TV, internet, sinais de satélite, telefone e qualquer outro dispositivo que precise de energia.
Uma coisa é certa, isso aproximaria as pessoas apesar de causar um caos total.
O homem se adapta as diversas situações e nesse caso temos exemplos de comunidades distantes dos grandes centros como as indígenas, ribeirinhos e etc. Então a solução é a mesma de sempre, fazer sua parte e ensinar os outros pelo exemplo, as associações de classes podem ajudar como meio de difundir essa idéia aguardando até as autoridades e responsáveis solucionem o problema um exemplo é o que está acontecendo no Japáo após o terremoto.
Foi pedido que trouxemos algo sobre as meninas lobas da Índia e a pesquisa está aqui:
As Meninas Lobas da Índia
Na Índia, onde os casos de meninos-lobo foram relativamente numerosos, descobriram-se em 1920, duas crianças, Amala e Kamala, vivendo no meio de uma família de lobos. A primeira tinha um ano e meio e veio a morrer um ano mais tarde. Kamala, de oito anos de idade, viveu até 1929. Não tinham nada de humano e seu comportamento era exatamente semelhante àquele de seus irmãos lobos.
Elas caminhavam de quatro, apoiando-se sobre os joelhos e cotovelos para os pequenos trajetos e sobre as mãos e os pés para os trajetos longos e rápidos.
Eram incapazes de permanecer em pé. Só se alimentavam de carne crua ou podre. Comiam e bebiam como os animais, lançando a cabeça para a frente e lambendo os líquidos. Na instituição onde foram recolhidas, passavam o dia acabrunhadas e prostradas numa sombra. Eram ativa e ruidosas durante a noite, procurando fugir e uivando como lobos. Nunca choravam ou riam.
Kamala viveu oito anos na instituição que a acolheu, humanizando-se lentamente. Necessitou de seis anos para aprender a andar e, pouco antes de morrer, tinha um vocabulário de apenas cinqüenta palavras. Atitudes afetivas foram aparecendo aos poucos. Chorou pela primeira vez por ocasião da morte de Amala e se apegou lentamente às pessoas que cuidaram dela bem como às outra com as quais conviveu. Sua inteligência permitiu-lhe comunicar-se por gestos, inicialmente, e depois por palavras de um vocabulário rudimentar, aprendendo a executar ordens simples”.
O relato acima descreve um fato verídico e permite entender em que medida as características humanas dependem do convívio social. Amala e Kamala, as meninas-loba da Índia, por terem sido privadas do contato com outras pessoas, não conseguiram se humanizar: não aprenderam a se comunicar através da fala, não foram ensinadas a usar determinados utensílios, não desenvolveram processos de pensamento lógico.
O Menino Lobo
Também chamado de “O Menino Selvagem”, é um filme, que depois foi feito em desenho animado.
Conta a história de um garoto que se criou na selva, sem contato com os membros de sua espécie.
Capturado foi levado para a cidade e usado como atração e avaliação de cientistas, onde foi considerado como doença incurável. Mas um dos pesquisadores se interessou pelo garoto e pediu a guarda a fim de cuidá-lo e ensiná-lo o convívio com a sociedade.
Ao longo do tempo foi aprendo a comer com talheres, usar roupas, utensílios e a associar nomes aos objetos e fazer trabalhos manuais e prendas domésticas.
É possível perceber que o ser o humano se adapta ao meio em que vive quando ele é estimulado e que precisa da comunicação ou interação com os membros da sua mesma espécie
“A única permanência é amudança” Hieraclico (500 a.c).
Com essa frase começamos nossa segunda aula e interpretei-la da seguinte forma.
“O Homem é conhecido por se adaptar as pessoas e ao ambiente em que vive, adquirindo experiências se transformando ou moldando sua personalidade, depois de um tempo para atingir metas e objetivos precisará ter jogo de cintura (se adequar a mudanças) e persistência para superar os obstáculos.”
Foi explicado que para haver essa transformação deve haver uma programação neurolinguística..
Programação são as experiências pessoais que você tem.
Neuro é o sistema neurológico que de alguma forma está ligado aos sentidos, fisiologia e mente.
Lingüística é a linguagem de QUEM É e o que PENSA.
Depois disso tudo é bom saber que existem 13 prsuposições para mudanças comportamentais, durma com um barulho desses, aí vão elas:
1 – As pessoas respodem as suas experiências e não a realidade em si.
Querem explicação heim? Bom... cada um vai falar daquilo que viu e as opniões são diferentes, conforme a sua experiência.
2 – ter uma escolha ou opção é melhor do que não ter nada.
3 – as pessoas fazem melhor escolha que podem no momento.
4 – as pessoas funcionam perfeitamente. (apesar de eu achar que algumas merecerem de um parafuso a mais).
5 – todas as ações que você realiza tem um propósito.
6 – todo comportamento possui uma intenção positiva.
7 – a comunicação é a mensagem que se passa mas não é a resposta.
8 – nós já vimos todos os recursos de que necessitamos.
9 – a mente inconsciente tem que sempre contra balancear com a consciente.
10 – tudo acontece quando tem de acontecer.
11 – se tem uma decisão séria a fazer. Faça!
12 – só existe aprendizado quando existe mudança.
13 – a mente e o corpo formam um sistema.
Esses pressupostos refletem como o homem pensa o que reflete no modo de como ele se comunica.
Então para isso ficar mais claro fizemos uma pesquisa básica sobre o enigma de Kaspar Hause.
O ENIGMA DE KASPAR HAUSE
Filme alemão (1974) baseado em uma história real.Um personagem humano (Kaspar Hauser) que não correspondia, na época em que viveu (séc. XIX), aos padrões de comportamento tidos ou esperados como "normais" dentro da cultura da época.O menino Kaspar Hauser apareceu pela primeira vez numa praça de Nuremberg, em maio de 1828. Era um estranho: ninguém sabia quem era ou de onde vinha. Trazia uma carta de apresentação anônima para o capitão da cavalaria local, contando que fora criado sem nenhum contato humano, em um porão, desde o nascimento até aquela idade (provavelmente 15 ou 16 anos) e pedindo que fizessem dele um cavaleiro como ficou-se sabendo mais tarde (quando K. Hauser aprendeu a falar) que uma pessoa, que ele não conheceu, tratava dele enquanto esteve isolado, deixando-lhe alimentos enquanto ele dormia.Acolhido na casa de um professor que se ocupou de iniciar sua socialização, é assassinado em 1833 (o filme de Werner Herzog sugere que K. Hauser foi assassinado pelo próprio pai).
Quando apareceu em Nuremberg, o garoto não entendia nada do que lhe diziam; sabia falar apenas uma frase: "quero ser cavaleiro" e não sabia andar direito.
Parecia um menino dentro de um corpo adolescente. Seu comportamento estranho para os padrões sócio-culturais estabelecidos, causava um misto de espanto e interesse. Era visto como um "garoto selvagem," apesar de demonstrar ser dócil, simples e gentil. Possuía algumas habilidades peculiares interessantes,descritas tanto no filme de Herzog, quanto na obra de Masson: conseguia enxergar muito longe, no escuro, e sabia tratar os animais, principalmente os pássaros.
Ao mesmo tempo tinha medo de galinhas e fugia delas aterrorizado. Numa das cenas, atraído pela chama de uma vela, colocava seu dedo no fogo e, ao sentir dor, aprende que a chama queima.
Graças à sua curiosidade infantil e memória notável, aprendeu várias coisas muito depressa.
Kaspar Hauser tornou-se uma espécie de atração por sua história de vida diferente. Todas as pessoas da cidade queriam vê-lo. O filme de Herzog mostra, em uma das cenas, K. Hauser junto com outros indivíduos, tidos como anormais (um anão, um índio e uma criança autista), em exposição num circo.
Um ano depois de ter chegado a Nuremberg, foi ferido e recebeu um grande corte na fronte. Em dezembro de 1833, recebeu outro ferimento que lhe seria fatal.
Herzog sugere, em seu filme, que os dois ferimentos sofridos por K. Hauser foram tentativas de assassiná-lo. Masson diz, em seu livro, que em dezembro de 1833, K. Hauser foi atraído para uma emboscada, com a promessa de receber informações sobre seu nascimento. No local, em vez disso, recebeu uma facada no peito, morrendo três dias depois.
Criado no isolamento e privado de educação, condicionamento e repressão, é este processo de integração que Kaspar Hauser sofrerá em Nuremberg, e seu instrumento principal será a linguagem, pela qual a sociedade tentará fazê-lo conceber aquilo que sua natureza não concebe: a representação.
O século XIX, época em que Kaspar Hauser viveu, foi um período marcado pela perspectiva positivista, evolucionista e desenvolvimentista. A visão de que havia um modelo de civilização e de desenvolvimento a ser alcançado, tanto pelos homens, como pelas sociedades, estava em seu auge. Todos aqueles que não correspondiam ao protótipo do homem "civilizado" eram classificados como primitivos, atrasados e deveriam ser "ajudados" a alcançar graus mais avançados na escala de desenvolvimento e evolução. É dentro dessa visão de mundo que Kaspar Hauser vai ser socializado.
Ao chegar em Nuremberg Kaspar Hauser sabe apenas repetir, com dificuldade, a mesma frase ("quero ser cavaleiro como meu pai"). A sociedade o vê com estranheza.
Ele próprio se vê, de repente, num mundo estranho. O filme de Werner Herzog mostra Kaspar Hauser na praça de Nuremberg com um olhar assustado. Na verdade tudo lhe é estranho: as dimensões, os movimentos, a perspectiva, o pensamento, a fala.
Kaspar Hauser parece não entender as explicações que lhe dão. As pessoas impõem todos os tipos de signos a ele, na certeza de que compreenderá o insólito ambiente que o cerca. Como K. Hauser poderia compreender o significado das palavras e que elas representam coisas, se não passou por um processo de aprendizado e socialização necessários para que compreendesse a representatividade dos signos? Blikstein (1983) diz que a educação não passa de uma construção semiológica que nos dá a ilusão da realidade; ou seja, a educação vai estimulando na criança um processo de abstração. É justamente esse processo que K. Hauser não vivenciou.O processo de conhecimento da realidade é regulado por uma contínua interação de práticas culturais, percepção e linguagem.necessária para gestar o referencial cultural de interpretação da realidade.
Nesse sentido, Blikstein (1983) afirma que o que concebemos como realidade é apenas uma ilusão, pois a práxis opera em nosso sistema perceptual, ensinando nossa "ver" o mundo com os "óculos sociais" e gerando conteúdos visuais, tácteis, olfativos e gustativos que aceitamos como naturais. Como Kaspar Hauser nãopassou por esta práxis, ou apenas começou a vivenciá-la quando adolescente, sua forma de comportamento abala os fundamentos da ilusão referencial, pois não "enxerga" a realidade da forma como os outros esperam. Essas expectativas das pessoas em relação a K. Hauser fazem com que sua identidade, já bastante comprometida devido à ausência de um passado familiar, torne-se ainda mais deteriorada.
A Aula iniciou com a apresentação de 02 (dois) vídeos que mostravam uma característica em comum que era planejamento.
Todo trabalho que for ser feito deve-se primeiro planejar.
Na aula vamos aprender sobre resumos e seus tipos. O resumo é um artifício que a pessoa usa para facilitar a leitura, pois ela não poderia ler todo conteúdo de uma obra.
O resumo deve se limitar ao conteúdo do trabalho e sem qualquer juizo de valor.
E a resenha é um tipo de resumo descritivo em que se pode fazer uma avaliação sobre a obra, mostrando os pontos fortes e fracos sobre ela.
No resumo você vai dizer o tema que foi lido, quais os objetivos do autor, como ele fez o livro, qual ordem ele seguiu para estabelecer os conceitos que ele leu, quais as conclusões que ele chegou e a quem está direcionado aquele material.
A resenha é uma síntese, descritiva e critica de uma obra. Na ótica de circulação dos textos ela é uma forma de apresentar a sociedade uma nova produção acadêmica.
Perguntas para se fazer uma resenha:
De que trata o livro? Qual é o assunto? De que modo o assunto é abordado? Como é a forma que o autor achou para conversar com o leitor? Quais são os objetivos do autor? A quem se dirige?
Uma das coisas mais importantes na construção de uma resenha é a ética profissional do resenhista.
RESUMO DA AULA
Nossa aula começa com uma amostra de 2 (dois) vídeos, que embasavam planejamento, persistência, objetivo, meta e etc. A vida é uma busca constante de soluções para vários problemas.
Uma característica da ciência é essa, sempre procurando algo, o que chamamos de pesquisa científica.
Que utilizando seus método dos as vezes acaba criando novas verdades. Foi dado alguns exemplos como a dieta de ovos, que antes era proibido e agora é liberado.
Na aula vimos também sobre resumo e seus tipos como por exemplo a resenha, que é uma análise critica ou um resumo onde opinamos sobre determinada obra ou texto.
Essa aula foi importante. Pois ajudará na construção do nosso TGI semestral.
Para se ter uma boa visão sobre o tema se faz necessário consultar várias fontes (livros, artigos, revistas e etc). Só assim poderemos fazer um bom projeto, análise ou resenhas.
A resenha se parece com o resumo critico porem de uma forma mais abrangente, se atribuindo até juízo de valor, isso ajuda a não se perder tempo lendo todo um livro que no final nem seria tão importante.
A Resenha possui grande importância para o meio científico, ela vai contribuir para o desenvolvimento do nosso conhecimento. Uma vez que vai compilar as informações bibliográficas emitindo um juízo de valor.
Nesta aula foi passado um filme de “sonhos de Akira”, e depois aprendemos a produzir relatórios e claro que tivemos que criar um relatório sobre o filme, aí vai ele.
RELATÓRIO – SONHOS DE AKIRA
“Sonhos” são 8 episódios em que sempre começam com os dizeres em japonês: ”konna yume wo mita” (vi um sonho assim), que mostra um Kurosawa (DIRETOR: AKIRA KUROASAWA), questionando as grandes preocupações da psique humana que nos atormentam: a morte, a culpa, a vida humana posta em perigo por usinas atômicas, a preservação da natureza, o papel das artes na nossa vida, os ditames impostos pela sociedade de consumo. São as preocupações de todo ser humano, mas apenas artistas de sensibilidade como Kurosawa conseguem deixar sua mensagem em forma de arte. O cineasta escreve ou como artista plástico, pinta poesia na tela: envolvente pelas imagens, pela linguagem e personagens metafóricas. Como na poesia, ao final dos versos, faz do bem estar do homem em sociedade a rima comum.
A natureza e a rígida hierarquia da sociedade japonesa ocupam lugar de destaque nas mensagens de Kurosawa: um menino, desobedecendo ordens maternas, assiste ao casamento da raposa em dia de sol e chuva. Ao regressar, a mãe dá-lhe um punhal deixado pela raposa, dizendo que ele sabia a solução para o caso, e o menino sai em direção ao arco-íris, possivelmente procurar a raposa. A imagem do punhal e a idéia do seppuku (suicídio pelo desventramento) diante da desobediência é por demais aterradora ao menino que busca então a concórdia e o perdão da raposa ou uma solução no irreal mundo da fantasia, poupando sua vida, no pé do arco-íris. Mas no último episódio, vemos um cineasta crítico, porém sereno, deixando grandes mensagens à sociedade de consumo. Critica as modernidades da nossa sociedade que nos faz lembrar o humor refinado e sábio de um Sócrates que abordado por vendedores quando passeava pelas ruas do comércio de Atenas, costumava responder: “não, obrigado, não desejo nada. Estou apenas vendo quanta coisa de que não preciso para ser feliz”. Neste episódio a vila inteira participa alegremente do funeral de uma anciã de 99 anos, dançando e cantando, em homenagem aos bons dias que a mulher viveu entre eles.
No Povoado de Moinhos, com uma mensagem aos seres humanos capitalistas. Um velho sábio fala ao moço da cidade grande sobre as coisas que considera as mais importantes na vida de uma pessoa: a água e o ar puro.
De que adianta tanto conforto proporcionado pelas invenções da modernidade, se não há mais paz e se as pessoas esqueceram que preservar a natureza é fundamental? O filme termina com uma lição: um cortejo festivo para celebrar a morte de uma senhora de 99 anos - afina!, nada mais justo do que se despedir de uma pessoa que viveu muito bem e de forma completa com dança e música.
De que adianta tanto conforto proporcionado pelas invenções da modernidade, se não há mais paz e se as pessoas esqueceram que preservar a natureza é fundamental? O filme termina com uma lição: um cortejo festivo para celebrar a morte de uma senhora de 99 anos - afina!, nada mais justo do que se despedir de uma pessoa que viveu muito bem e de forma completa com dança e música.